MANUAL ORIENTATIVO COM SUGESTÕES DE COMO EFETUAR REPAROS EM PISOS DE CONCRETO PARA USO INDUSTRIAL

15 de setembro de 2019

Neste primeiro capítulo do trabalho estaremos apresentando nossas soluções com base em experiências práticas com produtos, os quais tem tido êxito em cada tipo de situação para reparos em buracos nos pisos, substratos de concreto.

Conteúdo:

  1. Introdução técnica;
  2. Condições de uso: físicas, químicas, térmicas;
  3. Os tipos de produtos e desempenhos básicos;
  4. Preparativos do substrato;
  5. Mistura dos componentes e aplicação;
  6. Cura e ganho das resistências;
  7. Outros casos para reparos em pisos.

 

  1. INTRODUÇÃO TÉCNICA

Os problemas em pisos podem ser muitos e com diferentes causas.

Neste primeiro capítulo do trabalho estaremos apresentando nossas soluções com base em experiências práticas com produtos, os quais tem tido êxito em cada tipo de situação para reparos em buracos nos pisos, substratos de concreto.

Muitos outros problemas tais como delaminações, trincas e fissuras, empenamentos e esborcinamentos serão tratados em outro capítulo em continuidade deste trabalho.

  1. CONDIÇÕES DE USO: FÍSICAS, TÉRMICAS E PREPARATIVAS

Importante avaliar as ações físicas, químicas, térmicas e ambientais antes de qualquer escolha de método ou dos produtos a serem utilizados nos reparos em pisos de concreto.

Se no local existem ações químicas, normalmente os materiais a base de cimentos tem baixo desempenho e nestes casos os materiais a base de resinas epóxi, poliuretano e outros possuem maior durabilidade nos reparos em pisos de concreto.  Deve-se detectar quais são os agentes químicos, concentrações e temperaturas que podem vir a ter contato com o piso, mesmo que esporadicamente e após quanto tempo os locais com derrames é limpo, ou seja o período de exposição ao qual o substrato do piso de concreto estará em contato. Identificar ainda se no local os derrames são frequentes ou apenas acidentais.

Em relação as ações térmicas qual o tipo, se constante ou acidental, as temperaturas envolvidas e se são acompanhadas de outras ações químicas ou físicas.

As ações térmicas podem ser em temperaturas acima ou abaixo de zero e diferentes problemas podem ser gerados.

Se em um ambiente existem temperaturas negativas e estas são frequentemente alteradas ocorrem ciclos de variações térmicas e os substratos em questão se movimentam dilatando e retraindo e o uso de materiais com o mesmo coeficiente de dilatação térmica do substrato do piso de concreto se faz fundamental para a durabilidade na região do reparo. Por exemplo quando temos as variações térmicas e utilizamos materiais para reparos que sejam constituídos por epóxi que tem o coeficiente de dilatação térmica diferente do concreto, poderemos ter o rompimento da linha de aderência entre estes diferentes materiais.

Se o substrato do piso de concreto deteriorado fica em determinada temperatura e é exposto a lavagens com água quente, ocorrem choques térmicos. Por exemplo, uma área de produção que funciona a temperatura de 0 graus e é lavada com água a 70 °C, este gradiente térmico pode-se apresentar como um agente térmico causador de delaminações da superfície do concreto e propiciar a geração de buracos com o trânsito de empilhadeiras ou carrinhos.

Diante de variações ou choques térmicos o uso dos materiais a base de cimento Portland ou de poliuretano vegetal ou também como são conhecidos  como uretano podem ter maior durabilidade.

Existem situações onde a exposição ocorre com elevadas temperaturas, como por exemplo em uma usina siderúrgica. Sabe-se que o concreto de piso quando executado ganhou suas propriedades pelo processo de hidratação do cimento nele utilizado e quando o concreto é exposto a temperaturas acima de 150 graus centígrados pode começar a perder suas características reduzindo seu desempenho. Lógico que isto dependerá do tipo de cimento utilizado, traço do concreto entre outros detalhes de como foi executado, espessuras e procedimentos de cura recebidos. Nestas situações o uso de materiais a base de cimento aluminoso pode ampliar a durabilidade.

Quanto as ações físicas, precisamos descobrir e avaliar se existem quedas de objetos, empilhadeiras com rodas dotadas de pneus rígidos ou de borracha, carrinhos que movimentem “pallets”, automóveis, caminhões, quais as cargas móveis para a adequada escolha do produto. Além do tipo de ação e sua carga se faz necessário descobrir a periodicidade destas ações físicas, por exemplo é diferente pensar em uma área que a empilhadeira transite no local 10 vezes por dia do que em uma área de docas de um centro de distribuição que as empilhadeiras possam passar naquele local dezenas de vezes ao dia.

Para o caso de queda de objetos conhecer a ductibilidade dos materiais é fundamental para a escolha do material a ser utilizado.

Existem ainda as ações do ambiente se este externo ou interno pois a ação do Sol ou da chuva podem determinar a durabilidade do material de reparo no caso de polímeros epóxi e seu tipo utilizado na formulação do material. A textura pode também ser considerada lisa ou rugosa conforme o local. Em ambientes externos deve-se considerar que o substrato do piso de concreto tem maior movimentação térmica, dilatando e contraindo e o uso dos materiais com semelhante coeficiente de dilatação térmica deve ser escolhido. Por exemplo se pretende efetuar um reparo em borda das juntas de dilatação do substrato do piso de concreto devemos considerar a abertura e movimentações das placas do piso de concreto para o adequado dimensionamento da abertura das juntas. No caso de interesse poderemos apresentar a fórmula de cálculo a ser ponderada.

Referente aos procedimentos de limpeza ou assepsia do local podem determinar a escolha do produto, ou seja o tipo de escova, se efetuada com equipamento mecanizado ou manual, se utiliza ou não produtos ácidos ou alcalinos, qual a temperatura da água de lavagem e do substrato são questões a serem consideradas para a correta escolha do produto a ser utilizado.

O tempo para liberação ao uso da área deve ser considerado e certamente limitador de muitas opções em diferentes tipos de materiais. Existem materiais de cura lenta (24 horas), cura rápida (3 a 4 horas) e com cura ultra rápida (menos de 1 hora).

Avaliar as opções versus a durabilidade que o material poderá ter é outra ponderação para a escolha adequada.

Quanto as características do tipo de substrato, se apoiado no solo ou elevado, sua espessura, dimensões das placas do concreto, dentre outras podem serem fatos da necessidade de envolvimento de profissional patologista calculista da engenharia civil nas avaliações.

As extensões dos problemas, tais como espessuras afetadas, profundidade agredida, área em questão também nos direcionam para o uso do tipo de produto e se será necessário reforço com armaduras adicionais ou adições de britas que possam por exemplo absorver as temperaturas elevadas de um processo de hidratação do cimento utilizado no material ou se este a base de resina que seja geradora de calor em elevadas espessuras de uso.

Poderemos definir as espessuras dos reparos da seguinte maneira:

superficiais onde apenas a pasta superficial do concreto foi degradada.

rasos com espessuras que sejam de até 1 cm.

profundos com espessuras que sejam de até 4 a 5 cm.

bem profundos: com espessuras maiores do que 4 a 5 cm.

Com estas espessuras a seleção do tipo de produto ficará mais fácil.

Com isto tentamos deixar claro que cada local pode requerer um diferente produto.

Como relatado observa-se que as escolhas são sempre complexas e em grande parte dos casos as áreas de testes por amostragem podem ser o melhor direcionamento caso existam informações inconsistentes.

Vale lembrar que imaginar áreas com reparos eternos e definitivos é um erro quando diante de ações complexas e com várias simultâneas.

 

  1. OS TIPOS DE PRODUTOS E DESEMPENHOS BÁSICOS.

Analisar os boletins técnicos e consultar o corpo técnico da Eltech para a correta seleção dos tipos de produtos a serem aplicados é essencial

 

  • Eltech CHEMGRAUTE

Trata-se de material a base de cimento artificial, criado em laboratório, na realidade parece ser a base de cimentos convencionais porém não é.

Tem cura ultra rápida que na temperatura de 20 a 25 °C permite liberação ao uso em até menos de 1 hora, dependendo das condições diversas.

Uma outra característica é que este tipo de material já foi utilizado em temperaturas de até 20 °C negativos, permitindo mesmo em condições adversas seu uso.

Moldagens e testes práticos indicaram que até exposição térmica de 170 °C o material não perdeu mais do que 10% de sua resistência a compressão.

Utilizado em espessura mínima de 12 mm e até 40 mm sem adição de agregados.

A partir de 40 a 50 mm a adição de britas NÃO CALCÁREAS é obrigatória para absorver calor gerado e evitar fissuração.

Não se pode utilizar adesivos promotores de aderência e tão pouco efetuar cura úmida ou química.

A resistência em tráfegos com veículos dotados de rodas pneumáticas são superiores aos de roda rígidas, salientamos novamente a necessidade de consultar nosso corpo técnico.

Tem moderada resistência química quando exposto a alguns produtos químicos.

Pode ser utilizado em ambientes internos ou externos. Se interno exala cheiro de amoníaco e dependendo da circulação de ar no local, exaustão ou ventilação podem ser requeridas.

A aplicação de tintas impermeáveis ou qualquer outro tipo de pintura deve ser efetuada após 7 dias de cura do produto.

Moderada resistência a impactos.

Substrato preferencialmente seco, porem utilizado para reparos emergenciais em câmaras úmidas.

  

  • Eltech EPOXGRAUTE R 80.

Material a base de resina epóxi para uso estrutural, mesmo sob cargas cíclicas ou dinâmicas, de altíssimo ganho de resistência inicial e também final. O material é fluido e permite adição de agregados finos Eltech para quem pretende acabamento sarrafeado e desempenado.

Sobre as ações físicas: Pode ser utilizado em pisos mesmo sujeito a rodas rígidas e duras. Elevada resistência a quedas de objetos.

Ganho de resistência: em 3 a 4 horas libera a maioria do uso das áreas e sua resistência final é superior a 80 MPa.

Temperatura durante a aplicação: desenvolvido para aplicações acima de 5 °C positivos porem existem casos de utilização por empresas com temperatura de zero graus onde obviamente o tempo para o ganho das resistências iniciais foi prolongado.

Temperaturas de uso: acima de zero graus e inferior a 70 °C.

Ação térmica: quando muito esbelto pode não ter desempenho por muito tempo quando sujeito a choques térmicos ou variações frequentes de temperatura.

Espessuras para aplicação: preferencialmente acima de 2 cm e não superior a 5 cm sem que sejam as dimensões avaliadas junto ao departamento técnico para incrementos de agregados graúdos e/ou reforço de armaduras ou plano de execução por etapas sobrepostas ou alternadas para grandes áreas.

Uso de ponte de aderência e procedimentos de cura úmida ou química: Não requer adesivos promotores de aderência tão pouco procedimentos de cura úmida ou química.

Resistência química: elevada para diversos produtos químicos.  Consultar o departamento técnico da Eltech informando sobre os agentes químicos.

Uso interno ou externo: pode ser utilizado em ambientes internos e externos.

Tempo para receber pintura ou revestimento a base de resinas: Após 4 horas mediante preparo da superfície caso esteja com textura lisa.

Substrato seco ou molhado: requer para o melhor desempenho substrato seco, no entanto o seu uso tem ocorrido em condições de umidade e as reduções na capacidade de aderência não foram consideravelmente alteradas para uso em tráfego moderado. Sugerimos sempre teste por amostragem prévia em tais condições que não ideais.

  • Eltech CIMCRETO (Versões Rápido, Rápido Plus e com fibras).

Produtos à base de cimentos especiais de cura rápida e que permitem a liberação da área em aproximadamente 2 horas a 25°C. Desenvolvidos para uso em situação onde se requer resistência a abrasão pois os agregados das formulações são de elevada dureza.

Diferença básica entre as versões (25°C):

CIMCRETO: liberação de uso da área entre 12 a 24 horas.

CIMCRETO RÁPIDO: liberação de uso da área a partir de 2 horas = 21 MPa.

CIMCRETO PLUS: liberação da área em menor tempo ou = 2 horas = 30 MPa.

CIMCRETO FIBRAS: para melhor estrutura diante de esforços vibratórios ou com cargas cíclicas moderadas.

Diferentemente dos grautes convencionais além de possuírem maior resistência a abrasão foram desenvolvidos com controle de retração ideal para superfícies expostas. Os grautes convencionais possuem aditivos expansores que evitam retração somente quando confinados. Erroneamente os grautes cimentícios são utilizados em pisos e por possuírem aditivo expansor que liberam hidrogênio, quando não confinados os hidrogênios se perdem na atmosfera e geram a retração dos grautes comuns. Os grautes comuns foram desenvolvidos para estarem confinados sob as chapas de base de equipamentos pois para esta finalidade foram desenvolvidos e não retraem por confinamento sob as máquinas, porém retraem quando utilizados em pisos. Os materiais da linha CIMCRETO foram especificamente desenvolvidos para pisos e permitem o uso em áreas abertas.

Sobre as ações físicas: desenvolvido para uso constante de veículos com rodas dotadas de pneus de borracha. Pode ser utilizado para uso moderado de rodas rígidas.

Ganho de resistência: acima mencionados.

Temperatura durante a aplicação: desenvolvido para aplicações acima de 5°C positivos. Para uso em temperatura negativa requer aparato para aquecimento tipo “iglu” com resistência elétricas.

Temperaturas de uso: semelhante ao substrato de concreto.

Ação térmica: por ser a base de cimento, o coeficiente de dilatação térmica é semelhante ao do concreto e desta forma, terá desempenho dilatando e contraindo junto com o substrato de concreto.

Espessuras para aplicação: Utilizado em espessura mínima de 12 mm e até 40 mm sem adição de agregados.

A partir de 40 a 50 mm a adição de britas é obrigatória para absorver calor gerado e evitar fissuração.

Uso de ponte de aderência e procedimentos de cura úmida ou química: requer adesivos promotores de aderência e procedimentos de cura úmida ou química.

Resistência química: baixo desempenho por ser a base de cimento.

Uso interno ou externo: pode ser utilizado em ambientes internos e externos.

Tempo para receber pintura ou revestimento a base de resinas: Após aproximadamente 2 a 4 horas já terá teor de umidade inferior a 5% permitindo rápida pintura ou revestimento a base de resinas epóxi ou uretano.

Substrato seco ou molhado: requer para o melhor desempenho substrato seco caso seja utilizado adesivo epóxi para promover ponte de aderência ou substrato saturado com água e superficialmente seco quando do uso de adesivos acrílicos ou PVA.

 

  1. PREPARO DO SUBSTRATO.

Antes do preparo do substrato deve-se avaliar os boletins técnicos dos produtos, porem abaixo relato os preparativos genéricos para a grande maioria dos produtos.

Delimitação do reparo:

Cortar a área a ser reparada com disco de corte gerando espessura mínima de 5 mm nas bordas do reparo para que o mesmo não termine em forma de cunha e sem espessura.

 

Imagem 1. Corte do local a ser reparado.

(Cedido por Gustavo Salomão)

Remover todas as partes soltas e contaminadas e efetuar a limpeza do local.

         Imagem 2. Remoção e limpeza do local a ser reparado.

(Cedido por Gustavo Salomão)

 

Ponte de aderência:

Para promover a adequada aderência e quando do uso dos materiais a base de cimento convencionais (Exceto Chemgratute pois não é a base de cimento e do Epoxgraute por ser a base de epóxi) pode-se efetuar a saturação do substrato com água limpa para se promover a aderência da argamassa.

A Saturação com água do substrato quando bem efetuada pode gerar a melhor condição de aderência para os materiais a base de cimentos, porém quando não se tem esta condição, o uso de adesivos para gerar a ponte de ligação entre a argamassa e o substrato existente se fazem necessários ou ainda quando sujeitos os reparos as solicitações extremas tais como pistas de pousos ou ciclos de passagens de empilhadeiras em dezenas de vezes ao dia no mesmo local,  o adesivo proposto é o ELTECH ADESIVO EP MF e a argamassa deve ser lançada sobre o mesmo enquanto este ainda estiver com a superfície pegajosa.

 

 Imagem 3. Esquema da aplicação da ponte de aderência.

(Cedido por Gustavo Salomão)

  

  1. MISTURA DOS COMPONENTES E APLICAÇÃO

Cada produto tem sua dosagem de água e deve ser observada no boletim técnico caso seja em pó.

Caso o produto seja composto de mais de um componente, os mesmos devem ser totalmente esgotados de dentro das embalagens pois a falta de parte de um dos componentes poderá comprometer o desempenho do mesmo.

Os produtos devem ser misturados preferencialmente mecanicamente com furadeira dotada de hélice para mistura adicionando-se primeiramente os componentes mais líquidos e depois os pós, conforme manual do produto.

As misturas devem ter a duração indicada para cada produto, normalmente não menos do que 3 minutos pois antes disto os aditivos plastificantes não entram em funcionamento e pode-se achar que o produto não está com a consistência desejada.

Dependendo da temperatura do substrato a ser recuperado (abaixo de 5°C ou acima de 25°C), técnicas de aquecimento ou resfriamento podem ser utilizadas, no entanto devem consultar caso a caso no nosso departamento técnico.

Por exemplo: adicionar aos produtos em pó gelo ou água quente ou se forem produtos a base de resinas os mesmos podem ser resfriados ou aquecidos previamente.

O Substrato e piso devem estar com temperatura preferencialmente entre 10 a 25°C para uso dos produtos a base de cimentos convencionais ou a base de resinas.

O Chemgraute permite aplicações em temperaturas negativas (já utilizamos até – 20 °C ) e os demais produtos requerem temperaturas do ambiente e do substrato de 5 a 25°C. Os demais produtos podemos utilizar dispositivo tipo“iglu” para aquecimento do local com resistências elétricas ou lâmpadas.

    Imagem 4. Foto ilustrativa de um iglu

 Preferencialmente o iglu deve ser criado com tecidos térmicos que tenham a capacidade de conter a temperatura, exemplo dos casacos utilizados pelos frigoríficos, ou mesmo confeccionados com madeira ou chapa revestida internamente por isopor ou material semelhante.

Após a mistura dos produtos, lançar no vão existente, dar acabamento com auxílio de desempenadeira metálica. Caso tenha sido utilizado algum adesivo sobre o substrato de concreto, certificar-se que este ainda encontra-se pegajoso.

Sempre avaliar se existe necessidade de reforço com telas metálicas ou cantoneiras, dependendo do caso em ralos, tampas de caixas de passagem, juntas ou outras bordas.

Normalmente os reforços com telas metálicas é utilizado onde as dimensões dos reparos são maiores e sujeitas a ações intensas de uso.

Imagem 5. Esquema de acabamento em local reparado.

(Cedido por Gustavo Salomão)

 

  1. CURA E GANHO DAS RESISTÊNCIAS.

Quando do uso das argamassas a base de cimento convencional, exceto Chemgraute e o Epoxgraute R80, é adequado que se efetue a cura com água ou o uso de líquido para cura química Eltech Cura ACL, principalmente em condições de vento, Insolação ou quando a argamassa não será revestida, a cura com água ou com líquido de cura poderá ser efetuada tão logo a argamassa endureça e não esteja quente

A liberação para o uso da área deverá seguir as orientações do boletim técnico de cada produto.

Caso as temperaturas sejam inferiores a 25 graus o tempo de ganho de resistência e cura deverá ser maior.

Caso o substrato esteja úmido ou ocorra o efeito de osmose (vapor de água do solo que sobe por capilaridade) estudar o uso de Eltech  Primer RU, primer epóxi que resiste a umidade e osmose, ou caso o substrato não esteja em condições de rugosidade adequada utilizar a linha de primers da ELTECH.

Lembramos que cada caso deverá antecipadamente ser estudado pois muitas são as possíveis condições de cada obra e não somos conhecedores do tipo de uso de cada área, das condições térmicas, físicas e químicas que cada caso estará exposto, bem como de eventuais vícios que cada estrutura possa ter. Para melhor desempenho sempre estaremos a disponíveis para auxiliar nos estudos da engenharia de cada cliente.

  1. Trata-se do próximo capítulo a ser consultado para fissuras, reforço em bordas de juntas, delaminações, pisos soltando pó e empenamentos.

Imagens exemplos de reparos com Chemgraute em câmara frigorífica:

Imagem 6. Aquecimento do local com temperatura baixa e ou umidade:

                                 

Imagem 7.Delimitação do local e ranhuras de ancoragem.

                                 

Imagem 8.Aplicação e acabamento.

Elaborado por: Ricardo Salomão

Editado por: Lucas Bissoli

Desenhos dos reparos de propriedade de: Gustavo Salomão

Imagens da internet apenas para uso didático e do parceiro: Daniel de Paranavaí

Correções por: Fabiana- PCA Engenharia

 

A Eltech está a disposição para auxiliar na solução de seus problemas em pisos e estruturas de concreto nos telefones 011 2378-2405, no formulário de contato em nosso site, ou através de nossos representantes, distribuidores e parceiros.

Eltech, a química certa para construção.

Ricardo Salomão – tel.:011 2378-2405/ 011 9 8316 0212

rsalomao@salotech.com.br;

vendas10@eltechquimica.com.br

 

 

 

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