CARTILHA COMO ESCOLHER, ESPECIFICAR E APLICAR REVESTIMENTOS PARA PISOS EM ÁREAS INDUSTRIAIS E COMERCIAIS.

1 de outubro de 2020

Elaborado e revisado por Ricardo Salomão, Fabiana Silva e Lucas Bissoli.

Início: 30/07/2020

Conteúdo:

  1. Introdução.
  2. O substrato de concreto: neste capítulo devemos apresentar como é o concreto para pisos, as diferenças entre o concreto e as argamassas, bem como apresentar eventuais problemas que podem existir nestes tipos de substratos e como evita-los.
  3. Equipamentos necessários para aplicar revestimentos ou pinturas em pisos.
  4. Para cada tipo de substrato as diferentes técnicas de preparo e de regularizações ou imprimações.
  5. Os tipos de revestimentos existentes
  6. Quando utilizar cada tipo de revestimento
  7. Como aplicar cada tipo de revestimento.
  8. Como recuperar pisos: buracos, trincas, fissuras, produtos e técnicas.
  9. Juntas: tipos, quando usar cada tipo de selante e os reforços em bordas.

1. Introdução.

Esta cartilha tem por objetivo sugerir os conhecimentos adquiridos pela experiente equipe ELTECH QUÍMICA para que os projetistas, consumidores e aplicadores possam da melhor forma possível gerar suas ações escolhendo, projetando e aplicando os revestimentos para pisos em áreas industriais e comerciais.

Estaremos tratando dos revestimentos monolíticos a base de resinas epóxi, poliuretano, uretano, endurecedores a base de cimentos com agregados e endurecedores líquidos para pisos da linha ELTECH QUÍMICA.

As fotos e imagens utilizadas em sua grande maioria são de obras onde os profissionais da ELTECH estiveram envolvidos ou outras obtidas na Internet para fins didáticos.

Importante salientar que as experiências aqui mencionadas e imagens contaram com a participação de muitos que ao longo dos anos trabalhamos e se tornaram nossos amigos e parceiros para que esta cartilha fosse enriquecida.

A intensão desta equipe ELTECH é tentar levar ao mercado o máximo de informações para que cada vez mais o nosso mercado de pinturas epóxi, pinturas de poliuretano ou uretano, bem como os revestimentos epóxi, revestimentos uretano ou poliuretano e os endurecedores químicos e a base de cimento para pisos possam ser escolhidos, especificados, adquiridos e aplicados da melhor maneira possível, evitando-se ao máximo os retrabalhos devido à ausência destas informações nas escolas e literaturas.

No conteúdo desta cartilha estaremos inicialmente considerando noções básicas sobre o principal substrato utilizado em pisos que será revestido, o concreto para pisos e para tal apresentaremos no item seguinte os nossos conhecimentos e destaques de maior importância.

Preliminarmente devemos destacar que sempre estaremos tendo que ponderar para as escolhas das pinturas, revestimentos ou endurecedores para uso em pisos:

  • Condições do substrato;
  • Tipo de uso das áreas;
  • Ações físicas; térmicas e químicas;
  • Procedimentos que serão utilizados para limpeza e conservação;
  • Manutenções e sua periodicidade.

Para que possamos iniciar registramos que existem diferentes produtos e muitos deles irão ser adequados para diferentes segmentos de mercado, sejam em pisos para indústrias, estacionamentos e garagens de edifícios, ambientes comerciais, supermercados, centros de distribuição e logística, portos e aeroportos, oficinas de diferentes tipos de veículos, estações de transportes coletivos, estádios e ginásios para esportes,

Nós da ELTECH ainda estaremos considerando que cada vez mais os envolvidos no processo dos revestimentos para pisos estarão optando por soluções que sejam sustentáveis e menos possam agredir ao planeta sejam em suas formulações com ou sem solventes voláteis ou embalagens para posterior descarte. Produtos melhores para os aplicadores.

Esta cartilha devido a sua amplitude será aos poucos apresentada por capítulos acima mencionado.

2. O substrato de concreto.

O concreto para pisos é diferente do concreto utilizado em demais estruturas de uma edificação pois ele será lançado, trabalhado e acabado de maneira diferente pois não estará como outros confinado em formas com pouca exposição e apenas adensado dentro das mesmas.

O concreto para pisos estará mais exposto ao meio ambiente e será sarrafeado, alisado de maneira diferente.

O concreto para pisos devido a sua exposição maior ao meio ambiente deverá receber cuidados especiais para não perder a água necessária para a hidratação do cimento, ou seja precisaremos de boa parte da água para reagir com o cimento e se deixarmos ela evaporar muito não teremos uma boa reação química da água com o cimento e como consequência poderemos ter muita retração, fissuras, baixa resistência, empenamento e ter a sua superfície soltando pó por estar frágil.

Para melhor detalharmos temos que enfatizar que o concreto possui em seus componentes cimento, areia, água, britas e na maioria dos casos também aditivos e fibras sintéticas ou metálicas.

A dosagem do tipo de concreto para ser utilizado para uma determinada área deve ter sua dosagem estudada pois precisará além de ter uma boa resistência a compressão, elevada resistência a abrasão, resistência a impactos, retração reduzida e elevadas resistências a tração.

Uma dosagem inadequada pode gerar segregação, exsudação, retração e muita permeabilidade.

 

Vejam abaixo tais ocorrências que devemos controlar:

2.1 Segregação.

A segregação nada mais é do que a indesejável separação dos componentes, sendo que os mais pesados como a brita desçam para a parte inferior do concreto e os materiais mais finos sobem para a superfície. Uma boa dosagem e o adensamento (vibração) correto diminuem estes efeitos.

Como sabemos o componente com maior resistência dentro do concreto aos efeitos que ocorrem nos pisos são as britas e estas não podem estar todas na parte inferior do concreto. Se tivermos somente a parte de argamassa (cimento e areia) na superfície o desempenho aos esforços de abrasão serão menores do que um concreto mais homogêneo.

Para evitar este problema uma adequada dosagem deve ser estudada pelo engenheiro da obra ou que este tenha especialistas que possa acionar para a adequada escolha.

O adensamento, ou seja vibração do concreto tem que ser bem efetuada sem excesso e uma das técnicas empregadas para se evitar a segregação é adicionar ao concreto fibras que se entrelaçam e com isto evitam que as britas desçam demais para a parte inferior do concreto e desta maneira teremos um concreto para pisos mais homogêneo e com isto uma melhor qualidade na superfície, afinal será na superfície que muitos dos esforços de abrasão e impactos irão ocorrer.

2.2 Exsudação.

A exsudação é a separação da água no traço do concreto. Parte da água sobe para a superfície em quantidade acima do adequado, fragilizando e tornando a superfície extremamente porosa e pulverulenta.

No concreto adicionamos água para reagir com o cimento e também água para permitir a trabalhabilidade do concreto.

Um concreto para pisos normalmente possui quantidade de água em relação a quantidade de cimento em torno de 0,50 a 0,60 ou seja 50 a 60 % em relação a quantidade do cimento.

Parte desta água 0,27 a 0,30 é necessária para reagir com o cimento, ou seja hidratar o cimento e o restante é para permitir a trabalhabilidade do mesmo.

Quando da ocorrência da exsudação, muita água sobe para a superfície e gera quantidade de água exagerada em relação a quantidade de cimento, podendo chegar a 0,80 de fator A/C, implicando em baixa resistência a abrasão, impactos, além se tornar o concreto poroso superficialmente, micro fissurado e o mesmo desgastará rapidamente quando do uso.

A escolha dos agregados que serão misturados será fundamental para evitar a exsudação evitando que a água suba muito rapidamente e para tal uma curva granulométrica adequada deve ser escolhida diante dos agregados disponíveis em cada região do país.

Poças de água na superfície.

Formação de material pulverulento indesejável

Micro fissuras e elevada porosidade superficial.

2.3 Retração do concreto.

 

A retração no concreto ocorre naturalmente, no entanto poderá ser maior ou menor em função do traço e dos procedimentos de cura.

A cura é sem dúvida uma dos mais importantes procedimentos na construção civil. A cura é um procedimento para permitir que a água necessária para a hidratação do cimento esteja presente no interior do concreto durante vários dias, principalmente nos primeiros 7 dias no mínimo, quando as principais reações da água com o cimento ocorrem.

A cura consiste em manter a superfície úmida ou com uma película de líquido de cura formador de filme que possa manter a água necessária para hidratação no interior do concreto. Este procedimento deve ser iniciado tão logo o acabamento do piso seja consolidado e quando se possa molhar o piso ou se aplicar a película do líquido de cura.

O processo de cura deve evitar a evaporação da água do interior do concreto pelo menos nos primeiros 7 dias, sendo ideal por 28 dias.

Caso ela não seja efetuada ou seja intermitente, ou seja molha e seca, molha novamente e seca, não teremos o desempenho esperado para o concreto, surgindo fissuras, material pulverulento na superfície e rápido desgaste quando do uso.

Para efetuar cura com líquidos formadores de filme utilizar ELTECH CURA ACL a base de resinas acrílicas ou ELTECH CURA PFI a base de parafina.

         

SEM CURA                                                         COM CURA

 

Atualmente aditivos inibidores de retração são utilizados no concreto de maneira adicional para minimizar a retração do concreto.

Observem abaixo alguns tipos de fissuras e como evita-las.

As fissuras acima mencionadas como de retração, normalmente não segmentam as placas de piso em toda a sua espessura e possuem abertura em torno de até 1 mm

As fissuras acima mencionadas como de acabamento podem ter origem na inadequada cura, segregação, exsudação ou ainda nos elevados teores de argamassa do concreto.

As fissuras estruturais definem a não existência de projeto estrutural ou ainda recalque do solo de apoio ou empenamento por retração das placas. Este tipo de fissura normalmente possui abertura maior do que 1 mm e atravessa toda a espessura da placa.

As fissuras por retração plástica ocorrem normalmente em concretagens de áreas externas expostas ao Sol e vento. A água do interior do concreto evapora muito rapidamente e mesmo antes do acabamento na superfície do concreto elas se apresentam. Tais fissuras são normalmente maquiadas pelo processo de acabamento, porém com a retração normal do concreto, voltam a aparecer. Estas fissuras não são estruturais porém podem indicar outros problemas adicionais devido à ausência de água no concreto para as reações de hidratação do cimento que ocorrem por longo período. Para minimizar os efeitos das concretagens em áreas externas expostas aos raios do Sol ou ao vento pode-se aspergir sobre o concreto em fase de regularização, sarrafeamento e acabamento ELTECH ADITIVO RETARD que atuará evitando a rápida e precoce evaporação da água do concreto.

2.4 Outros tipos de fissuras e demais problemas no concreto para pisos.

2.4.1 Fissuras por empenamento.

Como sabemos o concreto é um material que possui retração por sua natureza e neste processo quando os pisos apoiados no solo sobre lonas plásticas, é comum ele ao retrair empenar as bordas, ficando estas mais elevadas. Com a retração seguida do empenamento, as bordas ao se levantarem se distanciam do apoio ao solo e com os carregamentos quando do uso das áreas as placas de concreto podem se romper conforme imagens abaixo.

Também comum são as fissuras em vértices e ao longo das juntas quando entre as placas não existem barras de transferência. As fissuras típicas podem ser observadas nas imagens abaixo.

     

2.4.2 Fissuras por recalque do solo.

Podem ocorrer fissuras quando o solo que sustenta o piso apoiado não foi adequadamente ensaiado e estudado para fazer parte do projeto do piso de concreto.

O estudo do solo é fundamental para que o projetista do piso de concreto possa definir seu preparo ou substituição e poder adequadamente também definir a camada de drenagem que irá sobre o mesmo antes da concretagem.

Os recalques podem ocorrer devido ao solo não ter a capacidade para absorver e distribuir as cargas ou ainda quando removido por ação das águas de chuvas quando da ausência ou ineficiência da camada para drenar.

Observem que o solo se moldou com a pouca carga do veículo.

Observar marcas de pneus no solo sem a camada drenante.

As fissuras por recalque normalmente possuem formatação geométrica definindo fissuras em grandes gomos ou gerando nos pisos fissuras separando planos em desníveis, conforme figura abaixo.

2.4.3 Fissuras devido inadequado posicionamento das barras de transferência.

As barras de transferências entre placas existem para além de transmitir as cargas de uma placa para outra, permitir movimentações verticais térmicas entre inverno e verão, pois de um dos lados da placa as mesmas são chumbadas durante a concretagem e na outra placa as mesmas são engraxadas para permitir tais movimentações horizontais. As Barras de transferência ainda evitam o empenamento das placas e fissuras relacionadas ao empenamento, no entanto quando posicionadas não paralelas e não em nível horizontal, travam as movimentações térmicas e fissuras ocorrem devido ao travamento. Tais fissuras são alinhadas nas posições das barras conforme figuras abaixo.

2.4.4 Osmose do solo permeando pelo concreto (umidade ascendente).

Alguns tipos de solos com muita presença de água podem gerar em alguma épocas do ano a subida da água pelos capilares do concreto, desencadear corrosão nas armaduras do mesmo e ainda quando os pisos pintarem ou selarem de alguma forma a superfície ocorrerem bolhas devido ao efeito da osmose.

Imagens abaixo exemplificam as bolhas de água geradas pela osmose.

       

Os problema relacionados com a osmose podem ser evitados colocando-se lonas plásticas antes da concretagem, evitando assim que a água possa entrar em contato com o concreto.

2.4.5 Delaminações superficiais mais comuns.

As delaminações nas camadas superficiais do concreto podem ocorrer por diferentes causas, tais como elevado teor de argamassa, elevado teor de ar incorporado no concreto ou ainda devido a finura dos componentes do concreto para uso em pisos.

Concretos com componentes muito finos podem reter umidade e evitar que a água saia do seu interior no momento correto, apenas saindo no momento do acabamento final quando a superfície já se apresenta fechada pelos equipamentos de alisamento. Desta maneira a água ao querer sair e encontrando a superfície fechada, exerce pressão gerando a separação da fina camada superficial. Nestes casos se faz necessário retardar o endurecimento da pasta superficial para se retardar o acabamento permitindo que a água confinada nos componentes mais finos do concreto consigam ir para a superfície e evaporar. Para este tipo de problema deverá ser utilizado ELTECH REDUTOR, borrifado logo após o nivelamento do concreto.

O elevado teor de argamassa do concreto também forma uma espessa argamassa na superfície e evita que a água no interior do concreto suba para evaporar no momento correto, gerando separações da pasta superficial.

O elevado teor de ar incorporado, quando este acima de 3% pode gerar, durante o processo de acabamento com alisamento final, pequenas bolhas que com o endurecimento do concreto tornam-se quebradiças e pequenos orifícios são gerados.

Desta maneira esperamos com o conteúdo acima ter apresentado primícias básicas para se conquistar um bom concreto para uso em pisos. Destacamos então conquistar para as estruturas dos pisos o projeto elaborado por especialista calculista em pisos, ter a especificação não só do concreto como do reforço estrutural do mesmo, das juntas e dos procedimentos gerais para sua execução. Outra importante consideração é selecionar a empresa executora com comprovada experiência para se obter o que foi projetado e dimensionado.

Abaixo uma imagem típica de concreto que não foi adequadamente especificado para uso em pisos, apresentando desgastes prematuros, no qual mesmo após o desgaste da superfície não se observam as britas sequer. Vamos evitar isto e gerar bons concretos não só para ele ter durabilidade como também poder ser pintado, protegido sem que se soltem as pinturas epóxi ou os revestimentos a base de poliuretano vegetal, uretano ou mesmo os revestimentos autonivelantes epóxi ou argamassado epóxi.

 

2.5 As principais diferenças entre argamassas e concretos para pisos.

Como observamos o concreto para pisos é estruturalmente necessário para os ambientes que terão uso industrial e a maioria das áreas para uso comercial, isto devido as ações físicas que normalmente ocorrem nestes locais.

As argamassas são mais esbeltas, com menor espessura limitando-se normalmente a 5 cm de espessura e são mais adequadas para os ambientes para uso residencial onde os esforços são mais brandos. As argamassas devem se limitar a espessura máxima de 5 cm pois quando aplicadas em maior espessura podem pelo calor da reação química do cimento com a água gerar muito calor. Nas argamassas não existem britas para absorver parte deste calor, podendo gerar assim fissuras devido as temperaturas geradas em grandes volumes.

COLABORAÇÃO DA ENGENHEIRA FABIANA SILVA:

As empresas que industrializam o concreto não operam exclusivamente no mercado de pisos industriais e somado a isto temos as variações de todos os constituintes do concreto conforme tipologia e disponibilidade regional. Desta forma, segue um norteamento técnico acerca das especificações básicas do concreto, a fim de se obter o melhor ajuste possível dentro das faixas recomendadas.

NOTA: Estas têm o objetivo maior de prover um direcionamento do que um sentido prescritivo, uma vez que os envolvidos com a tecnologia do concreto podem buscar as alternativas de melhor composição do traço.

Segundo Cristelli (2010), o processo de concretagem pode ser subdividido em 5 etapas bem caracterizadas e sequenciais, sendo elas:

  • Produção e transporte;
  • Lançamento;
  • Adensamento;
  • Acabamento superficial;
  • Cura.

 

O planejamento de cada etapa acima citada deve ser estudado e analisado de modo que o processo esteja conciso, e com isto eliminando problemas no processo executivo tais como:

  • Delaminação (desplacamento);
  • Desgaste superficial;
  • Manchas;
  • Fissuras de retração.

 

Como o processo de concretagem já estabelecido e executado a contento entramos na segunda etapa, a preparação da superfície para recebimento de qualquer tipo de revestimento é de extrema importância.

Temos que garantir a aderência do mesmo no concreto, não se trata somente de beleza, a perfeita aderência da resina acontece quando obtemos ótimas características, ou seja, pisos isentos de:

  • Cura química;
  • Desplacamentos;
  • Gorduras e óleos;
  • Materiais pulverulento;
  • Revestimentos anteriores;
  • Umidades;

 

 

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